quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Contradições


Perdoe a ausência queridos leitores, ando meio sem inspiração ultimamente
Ando meio tonta com algumas descobertas... E com coisa que já sabia há tempos
Descobri que nem tudo que parece estar bem realmente esta
Aprendi que mesmo que às vezes eu precise de alguém no fim sou só eu quem pode resolver
Vi que mesmo que eu decida talvez não seja o que eu realmente queria ou o que era pra ser
E mesmo assim é o que tinha que decidir no momento
Estou sem rumo por dentro... Pra variar
Minha ingenuidade me limitou a ponto de me cegar diante dos fatos
Fatos esses que já nem sei mais se são fatos
Contradigo no que sinto com o que digo
Mas quem sabe não era isso que faltava pra ser... Pra voltar a ser...
 “Quando a gente envolve outras pessoas em um problema nosso somos obrigados a ouvir o que elas pensam”... Já dizia uma amiga
Vi o que não queria... Ouvi o que não queria e resolvi como seria...
A escolha era minha e tenho que arcar com as conseqüências...
To pagando pra ver no que vai dar...
Das duas, uma... Ou da certo ou logo mais estarei recolhendo os cacos de mim por ai (de novo)
Das duas, uma... Ou esqueço tudo de bom que aconteceu ou vivo o que de bom pode vir...
Eternas escolhas... O empecilho é que tanto o que foi como o que pode ser... São só mentiras...
São só...
Mas... Quem sabe seja pra ser assim... Quem sabe se é só assim...
Como li outro dia: “Pra tudo na vida existe três lados a sua versão a versão do outro e a verdade”
Quem sabe o que verdade?
Bom... Vou indo (tentar) descobrir... ¬¬

sábado, 3 de setembro de 2011

Felling


Sempre fui sensível a tudo
Um dia eu ate quis curar as dores do mundo
Eu guardei comigo todos os assuntos, segredos e desabafos
Sempre fui boa em decifrar olhos e interpretar semblantes
Meu “felling” era nato
Todas as minhas previsões eram certas
Meus alertas verdadeiros
Sempre soube como e aonde chegar e sair
As palavras certas os momentos certos
Controle de ações e emoções tudo como manda as regras
Eu sonhava... Mais que isso... Eu acreditava
Tinha uma inocência dosada em malicia
Tinha uma maturidade disfarçada em sorriso
E uma sabedoria anunciada em silencio
Minha sensibilidade me dera atitudes nobres
Como reconhecer erros, firmar conceitos, aceitar defeitos
Eu sempre entendi... sempre fui ate o fim...
Desejo não me causava medo e pra me perder bastava não compreender
Minhas reticências sempre foram infinitas, mas meu ponto final era único
Eu achava que todos se importavam e que tudo se resolveria 
Era uma pureza encantadora...
E então...
Apareceu você...